
Os campos de Tindouf, na Argélia, são um "santuário de não-direito e de negação da humanidade", onde continuam a reinar as "práticas dignas da triste famosa época do tráfico de negros", afirma o jornal maliano "L’Aurore".
Comentando o relatório de 2007 dos Estados Unidos sobre a escravidão, o jornal maliano afirma que no interior dos campos, situados em território argelino, a "Polisário entrega-se às piores exacções em detrimento da dignidade" das populações."
O movimento separatista continua a violar os direitos de milhares de crianças, deportando-as sistematicamente para Cuba, como meio de coerção sobre os seus pais nos campos de Lahmada", sublinha o jornal.
Ainda sobre as práticas separatistas de escravidão, o jornal cita as recentes declarações públicas de dois jornalistas australianos, Daniel Fallshaw e Violeta Ayala, relativas "à persistência desta prática nos campos da vergonha".
"O dois repórteres tiveram a ocasião de constatar, aquando da sua estada em Maio passado em Tindouf, a existência de divisões entre servos negros e os mestres brancos", sublinha o jornal, recordando que os mesmos dois jornalistas tinha sido sequestrados pela Polisário "a fim de os impedir de lançar luz sobre a realidade da escravidão à Tindouf"
Fontes:
"O dois repórteres tiveram a ocasião de constatar, aquando da sua estada em Maio passado em Tindouf, a existência de divisões entre servos negros e os mestres brancos", sublinha o jornal, recordando que os mesmos dois jornalistas tinha sido sequestrados pela Polisário "a fim de os impedir de lançar luz sobre a realidade da escravidão à Tindouf"
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